O sentido da vida!

Uma das maiores indagações que o ser humano tem se dedicado é exatamente sobre o sentido da sua existência, o sentido de sua vida, o porquê, o para que, e onde que…

Constantemente esses questionamentos se apresentam de forma camuflada, disfarçada, porém, quando dedicamos especial atenção a esse assunto, percebemos desconhecer realmente o que somos, e principalmente o porquê de nossa existência. Incansavelmente somos atingidos com formas e maneiras de como agirmos, de como nos comportarmos, de como nos relacionarmos. Uma simples questão pode nos dar um exemplo sobre: Quantas vezes renunciei o que sentia, o que queria, em troca de sermos semelhantes aos padrões estabelecidos?

Na moda, a vestimenta dos artistas são objetos de desejo referencial, na estética, corpo, cabelo, cor de pele, a mídia percebeu isso há muito tempo. Propagandas nos oferecem um corpo perfeito, um cabelo perfeito, aquele objeto perfeito que passamos a desejar.

Torna-se preocupante se analisarmos, como nossa individualidade convive com esse bombardeio, como auto afirmarmos o que somos diante de tão espetacular possibilidade. Como olhar para nós mesmos e enxergarmos nossas qualidades?

Observando as propagandas podemos perceber que elas sempre evidenciam duas coisas: Nossa deficiência e uma solução mágica para resolvê-la, ou seja, a propaganda faz que nos vejamos na ótica dela e não na nossa.

Exemplo: Aponta para nosso nariz evidenciando supostos defeitos, de tanto apontar, evidenciar, passamos a enxergar dessa forma, e aí se encontra o perigo. Passamos a nos preocupar com a visão que os outros tem de nós, com o julgo alheio, passando a nos corrigirmos não pelo que cremos ter necessidade, mas sim, pelo que outros determinam.

Para nos sentirmos bem, não precisamos que ninguém nos autorize a tal, depende somente de nós, claro que temos consciência que essa tarefa não é fácil, mas se faz necessária essa transformação para que nos libertemos dessas grades colocadas ao nosso redor.

Toda humanidade tende naturalmente na busca da felicidade, talvez possamos estar procurando nos locais errados e não dentro de nós mesmos.

Que Deus vos guarde!!!

Ricardo Pereira Fungachi